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GFE no TOTVS Protheus: da contratação à auditoria dos fretes

Como integrar Logística, Fiscal, Financeiro e Controladoria para tornar a gestão de fretes mais segura e orientada por dados

Gerenciar fretes não significa apenas escolher uma transportadora e pagar pelo serviço. Entre a expedição da carga e a chegada da cobrança, existem tabelas negociadas, regras de cálculo, documentos fiscais, ocorrências, taxas adicionais, provisões e critérios contábeis que precisam permanecer conectados. Quando cada área controla uma parte desse processo em planilhas, e-mails ou sistemas separados, a empresa perde a visão completa da operação.

Nesse cenário, podem surgir:

  • Cobranças diferentes do valor negociado;
  • Pagamentos realizados sem auditoria;
  • Divergências de peso, taxas ou pedágio;
  • Falta de previsibilidade financeira;
  • Demora no fechamento contábil;
  • Dificuldade para avaliar as transportadoras;
  • Pouca visibilidade sobre o custo por cliente, produto ou região.

O GFE, Gestão de Frete Embarcador, ajuda a organizar esse fluxo no TOTVS Protheus, conectando contratação, cálculo, acompanhamento, auditoria e gestão financeira dos fretes.

Sua empresa sabe quanto deveria pagar pelo frete antes de receber a cobrança?

A Cod.ERP pode avaliar o processo atual e identificar oportunidades para integrar cálculo, auditoria e gestão financeira no Protheus.


Onde o custo do frete pode se perder?

O problema nem sempre está no preço negociado. Muitas perdas acontecem durante o processo.

O resultado é uma operação que consome tempo para conferir o passado, mas oferece pouca segurança para planejar os próximos embarques.

Contratar frete não é o mesmo que gerenciar frete

Uma gestão completa precisa acompanhar todo o ciclo do transporte:

  1. Formação da carga;
  2. Escolha da transportadora;
  3. Aplicação da tabela negociada;
  4. Cálculo do frete;
  5. Acompanhamento da entrega;
  6. Recebimento do CT-e;
  7. Auditoria dos valores;
  8. Tratamento das divergências;
  9. Provisão e pagamento;
  10. Análise dos indicadores.

Quando essas etapas não estão conectadas, a empresa pode conhecer o valor cobrado, mas não necessariamente saber se ele está correto.

Uma gestão estruturada deve responder:

O valor cobrado corresponde à tabela negociada?

O peso utilizado no cálculo está correto?

As taxas estavam previstas?

Houve cobrança duplicada?

Qual transportadora apresenta mais ocorrências?

Os prazos de entrega estão sendo cumpridos?


O que é o GFE no TOTVS Protheus?

O TOTVS Frete Embarcador é uma solução especializada na gestão da contratação de serviços de transporte.

No ambiente Protheus, o SIGAGFE permite organizar informações relacionadas a:

  • Transportadoras;
  • Rotas e trechos;
  • Tabelas de frete;
  • Negociações e vigências;
  • Cargas e romaneios;
  • Cálculos e simulações;
  • Documentos de frete;
  • Ocorrências;
  • Pré-faturas e faturas;
  • Provisões;
  • Integrações fiscais e financeiras.

O módulo também pode receber informações de outras soluções, como OMS, WMS, TMS e portais logísticos, conforme a estrutura utilizada pela empresa.

Como funciona a gestão de fretes no GFE?

O cálculo do frete, o CT-e e a cobrança da transportadora fecham entre si?

A Cod.ERP pode mapear as divergências do processo atual e estruturar um fluxo integrado de auditoria no Protheus.


Como o GFE conecta as áreas da empresa?

Quais indicadores podem ser acompanhados?

Com uma base integrada, a empresa pode analisar:

  • Frete calculado versus cobrado;
  • Divergências por transportadora;
  • Custo por cliente, produto ou região;
  • Percentual do frete sobre o faturamento;
  • Entregas realizadas no prazo;
  • Ocorrências por transportadora;
  • Documentos bloqueados;
  • Fretes calculados e ainda não faturados;
  • Valores provisionados;
  • Evolução das tarifas.

Esses indicadores fortalecem a negociação com transportadoras e ajudam a identificar onde estão os maiores custos e desvios.

O que muda com uma gestão estruturada?

Os resultados dependem do volume de operações, da qualidade dos dados, das integrações e da maturidade do processo. Por isso, qualquer ganho deve ser medido a partir do cenário real da empresa.

O que precisa ser avaliado antes da implantação?

Uma implantação consistente começa pelo entendimento do processo.

Diagnóstico do ambiente

Avaliação da release, dos módulos, das integrações, dos cadastros, das rotinas fiscais e financeiras e das customizações existentes.

Mapeamento do processo

Identificação de como a empresa realiza contratação, cálculo, acompanhamento, auditoria, provisão e pagamento.

Definição das regras

Levantamento das tabelas, rotas, tarifas, taxas, vigências, tolerâncias e responsáveis pelas aprovações.

Parametrização e integração

Configuração do GFE e conexão com os sistemas e módulos que participam da operação.

Testes e homologação

Validação de cálculos, documentos, divergências, redespachos, reentregas, provisões e demais exceções.

Governança

Definição dos responsáveis pelos cadastros, ocorrências, aprovações e indicadores.

Quando sua empresa deve avaliar o GFE?

A solução deve ser considerada quando a empresa:

  • Trabalha com diferentes transportadoras;
  • Administra muitas tabelas e negociações;
  • Confere CT-e manualmente;
  • Identifica divergências depois do pagamento;
  • Possui dificuldades para provisionar fretes;
  • Controla ocorrências fora do ERP;
  • Não conhece o custo por cliente, produto ou região;
  • Precisa integrar Logística, Fiscal, Financeiro e Controladoria.

Se vários desses problemas fazem parte da rotina, o desafio provavelmente não está somente na conferência do frete, mas na falta de integração entre as etapas.

Resultados Esperados para a Empresa

Empresas que estruturam sua gestão de fretes por meio do GFE tendem a alcançar:

Operacional

  • Maior produtividade;
  • Menos retrabalho;
  • Processos padronizados.

Financeiro

  • Redução de pagamentos indevidos;
  • Melhor controle de despesas;
  • Maior previsibilidade orçamentária.

Fiscal

  • Menor exposição a riscos regulatórios;
  • Conformidade documental.

Estratégico

  • Maior visibilidade da cadeia logística;
  • Melhor capacidade de negociação;
  • Tomada de decisão baseada em indicadores.

Governança

  • Rastreabilidade ponta a ponta;
  • Controle corporativo das operações;
  • Integração entre logística, financeiro e controladoria.

Como a Cod.ERP pode ajudar?

Transforme sua gestão de fretes em um processo integrado e confiável

Conte com a Cod.ERP para diagnosticar sua operação, estruturar o GFE no TOTVS Protheus e integrar Logística, Fiscal, Financeiro e Controladoria.