SmartX : o que pode mudar nas telas, nas customizações e na rotina da sua empresa?
Entenda cinco pontos sobre a proposta apresentada no Universo TOTVS 2026 e o que sua empresa deve avaliar para acompanhar essa evolução.
Imagine uma empresa que utiliza o Protheus há vários anos. Nesse período, novos campos foram criados, telas foram adaptadas e regras específicas passaram a apoiar a operação.
Essas mudanças ajudaram o sistema a acompanhar o negócio. Mas, quando chega o momento de atualizar o ERP, uma pergunta costuma aparecer:
Como evoluir o Protheus e manter as adaptações que continuam importantes para a empresa?
Responder exige conhecer o ambiente, avaliar impactos e testar os processos. E a forma de construir e organizar essas adaptações também está evoluindo.
Os materiais apresentados sobre o SmartX no Universo TOTVS 2026 mostram uma proposta que envolve experiência de uso, desenvolvimento e gestão das personalizações. Neste artigo, vamos explicar cinco pontos para entender essa evolução e começar a preparar sua operação.
O que é o SmartX e por que ele interessa à gestão?
Nos slides apresentados no evento, o SmartX aparece como uma nova forma de desenvolver funcionalidades para os ERPs TOTVS, buscando uma experiência mais padronizada para os usuários.
Na linha Protheus, o SmartX está associado à evolução prevista para a release 12.1.2610. Isso não significa que todas as funcionalidades do sistema passarão a utilizar imediatamente essa tecnologia. A disponibilidade depende das rotinas compatibilizadas e dos requisitos técnicos de cada ambiente.
Para compreender, pense em três componentes: os dados utilizados, as regras que orientam o processo e a tela com a qual o usuário interage. O modelo apresentado organiza esses componentes para construir as funcionalidades.
Isso ajuda a entender por que o assunto vai além da aparência das telas. Ele também envolve como as necessidades da empresa são traduzidas em recursos do ERP.
O SmartX não é um novo ERP que substitui o Protheus. A discussão é sobre a evolução das funcionalidades e da maneira de desenvolvê-las e personalizá-las.
Para acompanhar o tema, a TOTVS mantém uma referência de introdução ao Smart X na TDN, cuja consulta pode depender da disponibilidade de acesso.
Como a organização das telas pode ajudar na rotina?
Imagine, como exemplo ilustrativo, um colaborador preenchendo um cadastro com informações distribuídas em diferentes abas. Ele precisa localizar os campos relevantes, entender o que é obrigatório e conferir os dados antes de concluir.
A maneira como essas informações aparecem influencia a experiência de trabalho.
Nos materiais do evento, foram demonstradas possibilidades de organizar campos, abas e seções, além de ajustar propriedades como títulos, orientações de preenchimento e obrigatoriedade.
Para a gestão, a pergunta prática é: a tela ajuda o profissional a executar a atividade com clareza?
Uma organização coerente pode facilitar a localização das informações e a compreensão do preenchimento. Entretanto, o resultado depende do desenho do processo, da configuração e da orientação dos usuários.
Também é necessário avaliar quais rotinas estão contempladas. Não se deve interpretar a proposta como uma mudança simultânea de todas as telas do Protheus.
O que muda na organização das personalizações?
Uma necessidade aparentemente simples pode envolver várias decisões: quem utilizará o campo, qual informação será registrada, se o preenchimento será obrigatório e quais processos dependem dele.
Por isso, personalizar o ERP exige compreender a operação.
As demonstrações apresentadas durante o Universo TOTVS 2026 mostraram uma proposta de organização das personalizações por meio de projetos, edição visual, pré-visualização e pacotes de alterações.
O projeto reúne o que se pretende modificar. A pré-visualização permite observar o resultado antes da aplicação. O pacote organiza as mudanças para aplicação no ambiente correspondente.
Também foram apresentados controles sobre o que pode ser customizado e indicações dos elementos relacionados que serão afetados.
Esses recursos apontam para uma gestão mais estruturada das personalizações. Ainda assim, uma interface visual não substitui a definição de responsabilidades nem a validação das regras de negócio.
Antes de alterar um cadastro, por exemplo, é preciso verificar se a mudança interfere no faturamento, nas compras ou em outra atividade.
Como ficam as customizações nas atualizações?
Quem mantém um ERP personalizado conhece essa preocupação: uma nova versão pode exigir a revisão das adaptações existentes.
Entre os mecanismos apresentados está o Custom Merge, cuja proposta é reaplicar o diferencial da customização sobre a estrutura padrão atualizada.
Em termos simples, a ideia é organizar aquilo que foi alterado pela empresa em relação ao padrão do produto, permitindo tratar esse diferencial durante a evolução.
Outro componente demonstrado foi o SmartLink, apresentado como a conexão entre a plataforma de customização e o ambiente Protheus. Essa arquitetura, por si só, não significa que toda a instalação do ERP precise ser migrada para a nuvem.
O benefício esperado está na organização das mudanças e no potencial de reduzir retrabalho. Isso não representa garantia de atualização sem conflitos.
Algumas rotinas adaptadas ao SmartX podem apresentar mudanças na forma de executar filtros, configurações de telas e funcionalidades personalizadas. Isso significa que determinados ajustes utilizados atualmente precisam ser reavaliados antes da adoção das novas interfaces. Por outro lado, não significa que todas as personalizações existentes deixarão de funcionar.
Cada situação deve ser analisada de acordo com a rotina e a versão utilizada.
Não é adequado concluir que todas as customizações atuais deixarão de funcionar. O caminho é identificar quais recursos serão adotados e avaliar os impactos no ambiente da empresa.
O que sua empresa pode começar a organizar?
O primeiro passo é conhecer o Protheus utilizado hoje.
Sua equipe sabe quais adaptações existem, por que foram criadas e quem pode validar seu funcionamento?
Esse levantamento ajuda a transformar a atualização em um trabalho planejado. Para começar:
Mapeie as rotinas críticas:
identifique os processos que não podem sofrer interrupções.
Inventarie as personalizações:
registre campos, regras, filtros, integrações e desenvolvimentos específicos.
Confirme os requisitos:
verifique versão, atualizações necessárias e funcionalidades efetivamente disponíveis.
Avalie controles e comportamentos:
confira permissões, restrições e regras das rotinas afetadas.
Teste em homologação:
reproduza situações reais antes de aplicar mudanças em produção.
Envolva usuários-chave:
valide os resultados com quem conhece a operação.
Planeje a capacitação:
prepare a equipe para utilizar os recursos adotados.
A adoção deve considerar o escopo compatível com cada ambiente. A documentação de ativação da Nova Visão do Protheus é uma referência para essa avaliação técnica.
Como a Cod.ERP pode apoiar sua empresa?
As possibilidades apresentadas pelo SmartX reforçam a importância de conectar a evolução tecnológica às necessidades da operação.
Uma tela reorganizada precisa continuar atendendo ao processo. Uma personalização deve ter finalidade clara. E uma atualização precisa ser validada por quem conhece as regras do negócio.
A Cod.ERP pode apoiar sua empresa no diagnóstico do ambiente Protheus, no levantamento das customizações e no planejamento dos testes e das adequações necessárias.
Esse trabalho começa pela compreensão da realidade de cada cliente: o que já funciona, quais adaptações continuam necessárias e quais mudanças precisam ser avaliadas.
Quer entender quais pontos do seu Protheus precisam de atenção para acompanhar essa evolução? Converse com a equipe da Cod.ERP.
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